Codornas ao vinho

Nesta semana saí para jantar com duas amigas. Não conhecia o restaurante mas arrisquei pedir codornas com talharim ao alho. Estavam saborosas, mas já na primeira garfada pensei: posso fazer melhor. No dia seguinte, uma quarta-feira, lá estava eu comprando codorninhas congeladas!
Minha história com essa ave começou há uns dez anos atrás quando resolvi assá-las sem nunca ter provado e sem qualquer receita que me norteasse. Quando abri a caixa e me deparei com aqueles corpinhos tão pequeninos e delicados, me senti uma menina diante de sua barbie. Mal tive coragem de manuseá-las e o resultado foi uma carne insossa… Muitos anos longe da cozinha se passaram até que resolvi arriscar novamente num jantar que preparei para uns amigos. Dessa vez com receita e firmeza. Ficaram bem gostosas. Aproveitei essa mesma receita, que peguei no Portal Veja São Paulo, e a modifiquei um pouco nessa “terceira leva” de codornas. E dessa vez ficaram deliciosas! O preparo é rápido e simples. E aproveite que estará comendo em casa e dispense garfo e faca! Fica bem mais divertido! Segue a receita já com as modificações.

8 codornas limpas e cortadas ao meio
200g de manteiga
2 copos de vinho branco seco
1 copo de vinho tinto seco
50ml de rum
15 folhas de sálvia
4 dentes de alho

Corte as codornas ao meio, tempere com alho picadinho, acrescente parte do vinho branco e deixe marinar por pelo menos uma hora. Reserve a marinada e numa frigideira grande doure em fogo médio as codornas na manteiga e oito folhas de sálvia partidas ao meio. Salgue e adicione o vinho branco (incluindo o da marinada), tampe parcialmente e aguarde até que evapore. Em seguida proceda da mesma forma com o vinho tinto. Pouco antes de servir, adicione o restante da folhas de sálvia e flambe no rum.

Servi com purê de mandioquinha (também conhecida como batata baroa). Basta cozinhar a mandioquinha descascada, bater no liquidificador com um pouco da água do cozimento, voltar pra panela e acertar o sal.

A tecnologia da medicina , que se entende como sendo a incapacidade de obter ou manter uma ereção (rigidez do pênis) suficiente para um desempenho sexual satisfatório.

Você também pode gostar...

3 comentários

  1. hum…. eu só lembro da primeira leva de barbies codornas… rere. que venha a quarta!!!!

  2. Essa receita é facílima e o molho fica delicioso. Para uma noite especial sugiro servir com risoto de alcachofra.A dica para antes de cortá-las ao meio é pressionar o peito sobre uma superfície rígida; ela fica mais achatadinha e com isso mais fácil usar a tesoura.

  3. Melissa S. diz:

    nunca tive coragem de faze-las justamente por achar que poderia estraga-las com minha falta de pratica :)

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.